Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

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Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

VOCÊ DECIDE - SENADOR FERNANDO COLLOR

Do Transparência Brasil

Fernando Collor (PTB-AL)
Senado Federal/BR

Nome de batismo:
Fernando Affonso Collor de Mello

CPF: 029.062.871-72

Período: 2007-2015

Cargos relevantes: Prefeito de Maceió (1979-1983). Deputado federal (1983-1987, PDS-AL). Governador (1987-1989, PMDB-AL). Presidente da República (1990-1992, PRN-AL).

Outros dados relevantes: Formado em ciências econômicas. Sofreu processo de impeachment por crime de responsabilidade, aberto pelo Senado em 1992. Foi afastado da Presidência da República e perdeu seus direitos políticos por oito anos. Tentou disputar a prefeitura de São Paulo em 2000, mas foi proibido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Detém 12 concessões de radiodifusão em Maceió (AL). É neto de Lindolfo Collor, ex-ministro, e filho de Arnon de Mello, ex-governador de Alagoas.

Histórico de filiações partidárias: PDS, PMDB, PRN, PRTB e PTB.

e-mail: fernando.collor@senador.gov.br

Votos recebidos na última eleição: 550.725

Eleito(a) pelo PRTB.


STF Ação Penal Nº451/2007 - Falta de recolhimento de imposto de renda.

STF Ação Penal Nº465/2008 - Falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, tráfico de influência e corrupção ativa.

Deu no Jornal

Afastado da presidência da República em 1992 por decisão do Senado. Foi acusado de chefiar esquema de tráfico de influência e de desvio de dinheiro público, conjuntamente com seu então tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, o PC. O julgamento do novo processo aberto pelo Ministério Público no Supremo Tribunal Federal (STF) deve ocorrer no final de 2009. O procurador-geral da República encaminhou parecer ao STF defendendo a condenação do senador por peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica (Revista IstoÉ, 2.fev.2007; O Globo, 18.abr.2006; Revista IstoÉ, 27.set.2008).

Em uma ação articulada por aliados do senador, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso pode arquivar parecer que rejeitou as contas do governo do ex-presidente de 1991. A manobra impede que Collor fique inelegível por cinco anos (Meio Norte, 1.nov.2008).

É acusado de não recolher imposto de renda retido na fonte sobre rendimentos pagos a pessoas jurídicas (Correio Braziliense, 8.jun.2008).

Teria sido beneficiado por atos secretos editados pelo Senado entre 1995 e 2009 (O Estado de S. Paulo, 23.jun.2009).

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