Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4
Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

VOCÊ DECIDE - DEPUTADO EDMAR MOREIRA


Do Transparência Brasil

Edmar Moreira (PR-MG)
Câmara dos Deputados/BR

Nome de batismo:
Edmar Batista Moreira

CPF: 010.176.596-72

Cargo anterior:
Deputado federal (PPB-MG)

Cargos relevantes: Deputado federal por três legislaturas (1991-1995, PRN-MG; 1999-2003/2003-2007, PPB-MG).

Outros dados relevantes: Formado em direito. Ex-policial militar. Empresário do ramo de segurança privada. Presidente do Sindicato das Empresas de Segurança, Vigilância e Transporte de Valores do Estado de São Paulo. É pai de Leonardo Moreira, deputado estadual (2007-2011), e irmão de Edmea Moreira, prefeita de São João Nepomuceno (2009-2012).

Histórico de filiações partidárias: PFL, 2005-; PL, 2003-2005; PP, 1992-1995; PPB, 1995-2003; PRN, 1990-1992; S.PART., 2005.

e-mail: dep.edmarmoreira@camara.gov.br

Votos recebidos na última eleição: 93.360

Eleito(a) pelo DEM.


STF Inquérito Nº2797/2009 - Crime contra a ordem tributária; sob segredo de Justiça.

STF Inquérito Nº2584/2007 - Denunciado pelo Ministério Público Federal por apropriação indébita previdenciária.

Deu no Jornal

Foi apontado como proprietário de um castelo avaliado em R$ 25 milhões, que foi omitido em suas declarações de bens entregues à Justiça Eleitoral. O deputado alega que transferiu a propriedade para seus filhos. O castelo teria sido construído para abrigar um cassino, caso a legalização de jogos de azar no Brasil tivesse sido aprovada; segundo um ex-funcionário do castelo, porém, teria funcionado um cassino clandestino no local. Moreira teria também articulado a construção de um aeroporto em Goianá, cidade próxima a sua propriedade. Em virtude dessa e de outras acusações, o parlamentar renunciou ao cargo de segundo vice-presidente da Mesa Diretora e, consequentemente, à Corregedoria da Câmara, poucos dias depois de ter sido eleito. Após o episódio, Moreira foi desfiliado do DEM (Correio Braziliense, 5.fev.2009; O Estado de S. Paulo, 7.fev.2009; O Tempo, 7.fev.2009, 10.fev.2009, 13.fev.2009; O Estado de Minas, 9.fev.2009).

Levantamento sobre o uso de verbas indenizatórias pelo parlamentar constatou que cerca de 80% de seus gastos de 2008 - R$ 144 mil - foram destinados à contratação de serviços de segurança privada. Como o deputado é empresário desse setor, há a suspeita de que tenha contratado as próprias empresas. Ele admitiu o recebimento da verba indenizatória em espécie e disse que repassou uma parte para uma de suas empresas que tinha as contas bancárias bloqueadas. O parlamentar foi processado por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara, mas o pedido de cassação de seu mandato foi negado. O deputado foi punido com suspensão das prerrogativas do mandato por seis meses. Pelas irregularidades cometidas será investigado pelo Tribunal de Contas da União (Correio Braziliense, 13.fev.2009, 17.fev.2009; Folha de S. Paulo, 25.mar.2009; O Globo, 2.jul.2009; Estado de Minas, 3.jul.2009; O Tempo, 16.jul.2009; O Estado de S. Paulo, 18.ago.2009).

Foi denunciado ao STF pela Procuradoria-Geral da República por apropriação indébita previdenciária, sob a acusação de não haver repassado ao INSS as contribuições descontadas dos salários de funcionários de uma de suas empresas, a F. Moreira Empresa de Segurança e Vigilância Ltda. A empresa teve falência decretada em 2008. Suas outras empresas seriam alvo de várias ações por dívidas previdenciárias, que totalizariam cerca de R$ 45 milhões, segundo levantamento da imprensa (Folha de S. Paulo, 5.fev.2009, 6.fev.2009; Estado de Minas, 6.fev.2009).

Foi denunciado à Justiça Federal por crime contra a ordem tributária. Moreira é acusado de haver sonegado cerca de R$ 245 mil em imposto de renda (Estado de Minas, 7.fev.2009).

Suas empresas são alvo também de várias ações trabalhistas, em virtude das quais o Ministério Público do Trabalho de Campinas pediu o bloqueio de imóveis registrados em nome do deputado e que também não aparecem em sua declaração de bens (O Globo, 6.fev.2009a, 6.fev.2009b ; Folha de S. Paulo, 7.fev.2009).

A Empresa de Segurança de Crédito Ltda., da qual é proprietário, é executada pela Prefeitura de Belo Horizonte por dever cerca de R$ 1 milhão em impostos sobre serviços (Correio Braziliense, 8.fev.2009).

É um dos cinco deputados federais que pediram o recebimento de seus salários em espécie. Após a divulgação do fato, o presidente da Casa proibiu essa prática (Folha de S. Paulo, 10.fev.2009; Correio Braziliense, 11.fev.2009).

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