Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4
Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lula, o filho do Brasil (Trailer Oficial)

Conhecemos um pouco da história de Lula antes e depois de eleito presidente do Brasil.
Veremos agora um pouco da história da vida real de Lula. Espero que seu passado seja um pouco mais verdadeiro que o seu presente, espero que o filme não seja um amontoado de bravatas.

LUGAR DE BANDIDO DEVE SER AQUI MESMO!

Nada melhor para a imagem do Brasil, do que nossos parlamentares de mãos dadas, celebrando ainda não sei o que, em torno de um assassino, que já foi julgado e condenado.

Um grupo de deputados e senadores visitou nesta terça (17) na prisão, em Brasília, o ex-ativista italiano Cesare Battisti. Entre os parlamentares estavam os senadores José Nery (PSOL-PA) e Eduardo Suplicy (PT-SP) e os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e Ivan Valente (PSOL-SP). O Supremo retoma nesta quarta o julgamento de extradição do italiano. Battisti foi condenado na Itália por quatro assassinatos ocorridos na década de 70. Ele sempre negou envolvimento com os crimes. (Foto: José Cruz/Agência Brasil) Do
G1

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DILMA FALA PELA 1ª VEZ SOBRE APAGÃO E REAFIRMA QUE CASO ESTÁ "ENCERRADO"

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
SOFIA FERNANDES
colaboração para a Folha Online, em Brasília

A ministra Dilma Roussef (Casa Civil) falou na tarde desta quinta-feira pela primeira vez sobre o blecaute que atingiu a maior parte do Brasil entre a noite de terça (10) e a madrugada de quarta (11). Assim como o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), Dilma também afirmou que o apagão é um "caso encerrado" para o governo e atribuiu o problema a "ventos, raios e chuvas".

Leia a cobertura completa sobre o blecaute
Veja fotos do apagão que atingiu grande parte do país

"O que aconteceu é que o sistema foi submetido a uma situação muito grave de ventos, raios e chuvas. E com isso terminou tendo sido desligado. O sistema se protegeu, ele se desligou", afirmou a ministra, em evento em Brasília.

A ministra da Casa Civil repetiu o que foi dito por Lobão um dia antes, que também atribuiu o blecaute nacional a problemas climáticos.

Dilma foi criticada pela oposição por não ter se pronunciado antes. Ex-ministra de Minas e Energia, ela ocupou a pasta de 2003 a junho de 2005.

Sobre isso, ela afirmou que não entrará em debate com a oposição: "Eu não vou entrar nesse tipo de polêmica, não me interessa, não é por aí. Não se pode politizar uma coisa tão séria para o país, não se faz isso, não é republicano. Não vou comentar, vou responder tecnicamente", disse ela.

Crise

Ela também negou que o blecaute desta semana seja comparável ao apagão ocorrido durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e afirmou que o país está mais preparado que naquela época.

"É absolutamente inequívoco que o Brasil de hoje é completamente diferente do Brasil que sofreu oito meses de racionamento. Primeiro, nós temos energia sobrando. Depois, nós temos um sistema de transmissão robusto", disse.

"Consideramos que hoje estamos em uma situação milhares de vezes melhor do que alguma vez tivemos. É o melhor sistema dos últimos tempos", completou.

"Uma coisa é blecaute, que ninguém pode prometer que não vai ocorrer. O que eu prometi é que não haverá racionamento. Racionamento é barbeiragem", afirmou.

Oposição

A ministra negou que as declarações desta quinta-feira tenham alguma relação com as eleições de 2010. "Não vou entrar nesse tipo de polêmica, esse tipo de polêmica não me interessa", afirmou, encerrando o assunto.

Para a oposição, entretanto, Dilma só não foi porta-voz das explicações do governo para o apagão porque o Planalto tenta blindá-la para as eleições de 2010.

LULA É A 33ª PESSOA MAIS PODEROSA DO MUNDO, DIZ RANKING DA 'FORBES'

Do G1

Lista traz ainda, no 62º lugar, o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, maior produtor mundial de soja.

Da BBC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a 33ª pessoa mais poderosa do mundo, segundo um ranking preparado pela revista americana "Forbes" e divulgado nesta quinta-feira (12).

O ranking completo, com 67 nomes, traz ainda o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que é o maior produtor mundial de soja, na 62ª posição.

A lista é encabeçada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seguido pelos presidente da China, Hu Jintao, e pelo premiê e ex-presidente russo Vladimir Putin.

O presidente do Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, Ben Bernanke, é considerado pela revista o 4º homem mais poderoso do mundo.

Segundo a revista, a compilação da lista tentou responder a questões como que influência as pessoas têm sobre outras, o controle que elas têm de grandes recursos financeiros e o poder que elas têm em múltiplas esferas.

Perfis
A revista justifica a escolha de Lula como 33º de sua lista dizendo que ele "governa o maior produtor de alimentos do mundo, o maior exportador de açúcar, de suco de laranja, de café, de carne e de frango".

A Forbes comenta que seu "projeto de estimação" é a exploração dos vastos campos de petróleo na costa brasileira, "tornando o país o número 1 no mercado de carbono projetado em US$ 125 bilhões".

No perfil que faz de Blairo Maggi, por sua vez, observa que ele ajudou a fazer da soja o principal produto de exportação brasileiro, mas que foi acusado de desmatar a floresta amazônica, pelo que recebeu o prêmio "Motosserra de Ouro", da ONG Greenpeace, em 2005.

Apesar disso, a revista observa que ele mudou sua imagem com os ambientalistas ao conseguir reduzir dramaticamente o desmatamento no Estado e ao defender uma compensação financeira para que os agricultores não desmatem a floresta.

Lula aparece no ranking pouco acima de figuras como os premiês do Japão, Yukio Hatoyama, e da Índia, Manmohan Singh, e do saudita Osama bin Laden, líder da al-Qaeda, em 35º, 36º e 37º lugares na lista, respectivamente.

Mas fica atrás de outras figuras políticas como os primeiro-ministros da Itália, Silvio Berlusconi (12º lugar), da Alemanha, Angela Merkel (15º), e da Grã-Bretanha, Gordon Brown (29º), ou do líder da Coreia do Norte, Kim Jong Il (24ª posição na lista), e até mesmo do ex-presidente americano Bill Clinton (31ª) ou do prefeito de Nova York, o milionário Michael Bloomberg, que aparece no 20º lugar.

Nos primeiros lugares da lista estão também empresários, como os fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page, em 5º lugar, o mexicano Carlos Slim Helu, em 6º, o magnata da mídia Rupert Murdoch, em 7º, Michael T. Duke, presidente da Wal-Mart, em 8º, e Bill Gates, fundador da Microsoft e homem mais rico do mundo, em 10º.

A "Forbes" observa que a lista tem um nome para cada 100 milhões de habitantes da Terra.

PARLAMENTARES FICHA SUJA

Em breve continuaremos nossa lista de parlamentares que tenham a ficha suja.

Não vote de maneira irresponsável, procure saber quem é o seu representante, não seja idiota, não jogue seu voto no lixo, a luta foi grande para que você pudesse mudar o destino de seu país com apenas um voto.

MENSALÃO FOI TENTATIVA DE GOLPE, DIZ LULA


Presidente insinua suposta armação na aproximação entre PT e Marcos Valério, mas afirma que só falará mais quando deixar cargo

Petista faz críticas à "inveja" de FHC e diz que soube por um interlocutor que a oposição tinha o objetivo de patrocinar seu impeachment

Rede TV/Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chora durante a gravação de entrevista à RedeTV! ao falar da morte da sua primeira mulher

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o mensalão foi uma tentativa de "golpe" da oposição para derrubá-lo: "Foi uma tentativa de golpe no governo... Foi a maior armação já feita contra o governo", disse ao programa "É Notícia", da RedeTV!, gravado ontem.
Lula disse ter "desconfiança" da relação entre o PT e o publicitário Marcos Valério, insinuando suposta armação na aproximação entre o seu partido e o operador do escândalo de corrupção política que marcou o primeiro mandato do petista: "Marcos Valério não vem do PT, vem de outras campanhas".
Lembrado de que Valério emprestou dinheiro ao PT, que o repassou a deputados aliados, Lula mantém a versão de que o mensalão não existiu, mas evitou falar mais: "Depois que eu deixar a Presidência vou querer me inteirar um pouco mais disso, mas, como presidente, não posso ficar futucando", disse.
Ele disse que nunca recebeu, à época do mensalão, em 2005, uma proposta para desistir de se candidatar à reeleição ou de renunciar, mas afirmou que foi alertado por um interlocutor de que a oposição queria patrocinar o seu impeachment.
A respeito das críticas recentes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em artigo nos jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo", nas quais o tucano falava em risco de "subperonismo", Lula disse que seu antecessor é um "poço de mágoas" e que tem "inveja" dele.
Disse que o PSDB não se conforma de um "peão" fazer um governo melhor que o de FHC. Disse que imagina ainda ter uma relação pessoal de amizade com o tucano, mas que politicamente estão estremecidos.
Lula não quis responder diretamente a um comentário do cantor Caetano Veloso em "O Estado de S. Paulo" -o de que Marina Silva "não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro".
Lula reagiu com ironia. Disse que a resposta a Caetano ele dera na noite de anteontem, ao colocar um CD de Chico Buarque para ouvir. Chico é seu cantor preferido -os atores são Antonio Fagundes e Fernanda Montenegro. A cantora, Marisa Monte. Ao falar do filme preferido, "Cinema Paradiso", brincou: disse que esperava que o predileto viesse a ser "Lula, o Filho do Brasil", que terá pré-estreia na semana que vem.
Lula disse que a população entendeu sua metáfora da necessidade de fazer alianças para poder governar: "Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão".
O petista disse que a expressão "nunca antes neste país" não seria injusta com governos anteriores porque alguns de seus feitos são inéditos.
No primeiro bloco da entrevista, Lula chorou ao responder qual havia sido o momento mais difícil de sua vida antes das candidaturas presidenciais: falou que foi a morte da primeira mulher, Lourdes, grávida de sete meses, em 1971. O presidente disse que talvez exagere ao lembrar as qualidades de sua mãe, dona Lindu, mas disse que se lembrava de modo especial.
A entrevista, concedida ao repórter especial da Folha Kennedy Alencar, que também apresenta o programa semanal "É Notícia", irá ao ar no domingo às 19h45, na RedeTV!, e será reprisada após a meia-noite.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ESPULSARAM-NA POR VESTIR UM VESTIDO CURTO

Você pode não acreditar, mas a aluna Geisy Arruda, que foi humilhada com gritos de PU-TA, PU-TA, ameaçada de estupro e que apareceu em rede nacional, foi expulsa da universidade em que estudava, a UNIBAN.

Em nota, a universidade diz que "a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade".

Diz ainda que "Foi constatado que a atitude provocativa da aluna, no dia 22 de outubro, buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar.

E termina com essa:

"Decisão do Conselho Superior da Universidade:
Diante de todos os fatos apurados pela comissão de sindicância, o Conselho Superior, amparado pelo relatório apresentado e nos termos do Regimento Interno, decidiu, com base no Capítulo IV – Regime Disciplinar, artigos 215 e seguintes:


1 – Desligar a aluna Geisy Villa Nova Arruda do quadro discente da Instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade;


2 – Suspender das atividades acadêmicas, temporariamente, os alunos envolvidos devidamente identificados no incidente ocorrido no dia 22 de outubro.

Nota- se que se você for a Uniban com um vestido curto, será xingada, humilhada e ameaçada de estupro. Mas se você for o agressor, será temporariamente suspenso.

Parece que alguma coisa está errada nesta instituição inquisitória, digo de ensino.

E as imitações de bandidinhos que fizeram toda aquela bagunça? E os que tentavam fotogravar embaixo do vestido? E os que queriam estuprá-la?

UNIBANdidos, tomara que seus alunos não sigam o exemplo desta Unifalsidade.

Da próxima vez será uma aluna com um batom de cor acentuada, ou um aluno com a calça rasgada, ou alguém cantando um funk dos morros.

Preconceito é foda, começa com uma porcaria e termina com limpeza étnica.

Cuidado

Leiam a íntegra da nota da Uniban aqui

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PRECISA DIZER MAIS ALGUMA COISA?

VENEZUELA, SEJA BEM - VINDA AO MERCOSUL!

As repercussões da aprovação na Comissão de Relações Exteriores do Senado da entrada da Venezuela no Mercosul são claros exemplos de como grande parte da mídia e a oposição no Brasil comportam-se de maneira esquizofrênica na hora de debater o que realmente interessa ao país.

De maneira míope, tentaram usar o pedido de ingresso no Mercosul, feito pelo Estado da Venezuela, para atacar o governo do presidente Lula.

A bem da verdade, caso tivesse prevalecido a vontade da oposição, o resultado seria desastroso. Imagine o que aconteceria se, após a aprovação da Argentina e do Uruguai, o Senado brasileiro tivesse barrado a entrada do Estado venezuelano Mercosul?

É compreensível que haja frustração da oposição com as vitórias obtidas na política externa brasileira nos últimos seis anos e meio, entre elas, a retomada do Mercosul, abandonado no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso.

Mas daí a arriscar o avanço e a consolidação do bloco e as relações diplomáticas com um país vizinho a distância é gigantesca. A prova inconteste dessa defasagem é que até a oposição a Hugo Chávez quer a Venezuela no Mercosul.

E há excelentes motivos para defender a ampliação do bloco, tanto do lado dos países fundadores, quanto do lado venezuelano.

O primeiro é diplomático, pois a negativa seria ato de hostilidade contra uma nação historicamente amiga. Além disso, sairão fortalecidas as posições dos países da América do Sul em futuras negociações com outros blocos, fator que é também político.

Há benefícios para o comércio e a indústria brasileiras, pois é incontestável que a economia venezuelana tem conseguido bons resultados, empurrada por sua produção de petróleo.

É um país com mercado interno atraente, portanto, estratégico aos interesses do Brasil. Com a entrada no Mercosul, uma ampla e variada lista de produtos brasileiros poderão chegar aos venezuelanos com tarifa zero.

Além disso, a adoção da TEC (Tarifa Externa Comum) para fora do bloco pode ampliar o espaço dos produtos brasileiros. O mesmo raciocínio aplica-se ao setor de serviços.

São igualmente fortes os argumentos políticos pela entrada da Venezuela. Afinal, é via bloco comercial coeso que se conseguirá êxitos nos foros internacionais.

Só a ação conjunta tornará possível avançar pacificamente no rumo da prosperidade econômica e do fim das desigualdades sociais.

Risíveis as declarações de que a Venezuela trará instabilidade política por causa de Chávez, pois a avaliação do Senado deve ser sobre o Estado, não sobre o governo venezuelano.

Além disso, quaisquer fraquezas institucionais que subsistem nas nações sul-americanas não são superadas pela política do isolamento, que só as agrava.

É a política da inclusão que solucionará tais problemas. Nesse sentido, o Mercosul contribui para reforçar os fundamentos do Estado de Direito na região.

As críticas devem existir, sem dúvida, mas deveriam buscar o aprimoramento do bloco, não sua derrocada.

E há muito a ser perseguido: criar instituições jurídicas (tribunal para dirimir controvérsias) e representativas (Parlamento); estabelecer o Banco do Sul e uma moeda comum; pôr fim à cobrança dupla na TEC; formar um fundo de compensação para Uruguai, Paraguai e Bolívia (que também deve ingressar no bloco); resolver as divergências existentes; e definir uma política industrial regional.

Objetivar essa pauta, com a colaboração da Venezuela, é fundamental para atrair outros países e defender os interesses dos povos sul-americanos.

Entender que os problemas são entraves definitivos e insuperáveis é desconhecer como se constrói alianças políticas e econômicas entre países tão assimétricos e desiguais como os da América do Sul.

É também não observar o que se passa na União Européia e na Organização Mundial do Comércio, que lidam com as mesmas dificuldades de adequação de realidades.

É, por fim, esquecer que são as decisões políticas e ideológicas que conformam as alianças aduaneiras.

Agora, falta a deliberação do plenário do Senado do Brasil e do Congresso do Paraguai para que a Venezuela integre o Mercosul. Pelas razões enumeradas, a decisão acertada será pela aprovação.

E que seja bem-vinda, Venezuela!

José Dirceu, 63, é advogado e ex-ministro

Do Blog do Noblat

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