Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

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sábado, 11 de setembro de 2010

REVISTA AFIRMA QUE FILHO DE MINISTRA COBROU PROPINA

'Veja' diz que ele intermediou contrato dos Correios com empresa.
Em nota, ministra afirma que acionará revista judicialmente.
Do G1

Segundo a revista, na negociação, foi cobrada do empresário uma propina de 6% para o fechamento do contrato. De acordo com a publicação, seria destinada a saldar “compromissos políticos". Além da suposta propina, intitulada "taxa de sucesso", assessores da Casa Civil teriam exigido pagamentos mensais, diz o texto.

Em nota divulgada na tarde deste sábado, a ministra afirma que adotará medidas judiciais contra a revista "Veja", que, segundo ela, será acionada por danos morais. Erenice Guerra também diz que pedirá à Justiça direito de resposta.

A ministra afirma na nota que coloca à disposição das autoridades os sigilos fiscal, bancário e telefônico dela e de todos os familiares. "Sinto-me atacada em minha honra pessoal e ultrajada pelas mentiras publicadas sem a menor base em provas ou em sustentação na verdade dos fatos", diz no texto.

A revista "Veja" afirma que o contrato entre a empresa de transporte aéreo e os Correios totalizou R$ 84 milhões e que, com a intermediação, o filho da ministra obteve R$ 5 milhões. Por meio da consultoria Capital, o empresário Baracat também teria conseguido, segundo a publicação, renovar a licença de voo da MTA Linhas Aéreas, mediante o pagamento de R$ 120 mil à empresa do filho da ministra.

De acordo com "Veja", o empresário relata que, em supostos encontros com Erenice Guerra no apartamento funcional da ministra, era obrigado a comparecer sem canetas, relógios, celulares ou qualquer aparelho capaz de gravar as conversas.

Em e-mail enviado à revista, Israel Guerra disse ter apresentado à mãe o empresário Fábio Baracat, mas "na condição de amigo". Ele também afirmou que atuou no "embasamento legal" para a renovação da licença da MTA na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em dezembro. Disse que emitiu notas fiscais e recebeu o pagamento pelo serviço na conta da empresa do irmão.

A revista não informa por qual razão o empresário decidiu denunciar agora o episódio da suposta propina, ocorrido, segundo "Veja", em agosto do ano passado. Os Correios ainda não se manifestaram sobre se a Via Net presta ou prestou serviços à estatal.

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