Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

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Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

VOCÊ DECIDE - EFRAIM MORAES

Efraim Morais (DEM-PB)
Senado Federal/BR
Nome de batismo: Efraim de Araújo Morais

CPF: 108.730.234-04

Período: 2003-2011

Cargo anterior: Deputado federal (PFL-PB)

Eleito(a) pelo: DEM.

e-mail: efraim.morais@senador.gov.br


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Candidato(a) em 2010 a senador(a) (Deferido com recurso).


Cargos relevantes: Deputado estadual por duas legislaturas (1983-1987, PDS-PB; 1987-1991, PFL-PB). Deputado federal por três legislaturas (1991-1995/1995-1999/1999-2003, PFL-PB). Presidiu a Câmara dos Deputados no biênio 2002-2003.

Outros dados relevantes: Formado em engenharia. Presidente estadual do PFL da Paraíba desde 1999. Foi presidente da CPI dos Bingos. É pai de Efraim Filho, ex-deputado federal. Detém concessão de radiodifusão em Santa Luzia (PB).

Histórico de filiações partidárias: PDS, PFL e DEM.


Deu no Jornal

Relatórios da Polícia Federal nas investigações da Operação Mão-de-Obra, que apura fraudes em contratações de mão-de-obra terceirizada pelo Senado, apontam fortes indícios do envolvimento do senador, atual primeiro-secretário da Casa, em direcionamento de licitações. Em decisão recente de Efraim Moraes, os contratos sob suspeita foram prorrogados sem licitação até 2009 (Correio Braziliense, 21.ago.2008, 22.ago.2008, 31.ago.2008, 9.set.2008).

Três funcionários do Interlegis, sistema de inclusão digital do Legislativo mantido pelo Senado e dirigido por Efraim Morais, estariam trabalhando para o senador em seu escritório político na Paraíba (Correio da Paraíba, 5.set.2008).

Manteria duas estudantes como funcionárias "fantasmas" em seu gabinete no Senado. As garotas recebiam cem reais a título de uma suposta bolsa de estudos, após fornecer dados a uma assessoria de Efraim. A polícia do Senado investigou o caso e encaminhou o inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF) (Jornal da Paraíba, 19.mai.2010; Correio Braziliense, 22.jun.2010).

Entre seus indicados para ocupar cargos comissionados no Senado, estariam 13 parentes seus e outros 10 familiares de seus aliados políticos. Existe a suspeita de que alguns sejam funcionários fantasmas (O Estado de S. Paulo, 10.set.2008).

O Ministério Público do Distrito Federal abriu processo contra o senador pela contratação irregular de funcionários comissionados. A ação civil pública, que corre em primeira instância, pede exoneração imediata de funcionários que teriam suas funções desviadas para servir interesses políticos ao senador (Diário do Amazonas, 16.nov.2008).

Teria 52 funcionários que seriam contratados para trabalhar em seu gabinete no Senado, mas exerceriam função de cabo eleitoral na Paraíba. Num período de quatro anos, os gastos com as contratações totalizaram R$ 6.700.00,00 (Diário Catarinense, 18.mai.2009).

Segundo o jornal Correio Braziliense ao construir uma casa de praia em Camboinha (PB) teria avançado sobre terras pertencentes à União. Os técnicos da secretaria do Patrimônio da União avisaram-no que o imóvel seria demolido se o montante acrescido não fosse regularizado. O senador move um processo na justiça Federal da Paraíba para impedir a ação por parte do poder público (Correio Braziliense, 22.mai.2009).

Como primeiro-secretário do Senado, firmou contratos sem licitação com cinco portais de internet para divulgação de banner da Casa. O contrato com um desses portais foi renovado, também sem licitação, para vigorar até agosto de 2009 (Folha de S. Paulo, 25.jul.2008; O Estado de S. Paulo, 9.jan.2009).

Segundo reportagem do Correio Braziliense, o senador utilizaria em seu gabinete os serviços de um funcionário terceirizado da Casa. O funcionário, empregado da Plansul, deveria trabalhar apenas na TV Senado, mas afirma ajudar a manter a página de Morais na internet (Correio Braziliense, 21.jul.2009).

Usou o carro oficial do Senado para buscar sua mulher num salão de beleza e suas sobrinhas no aeroporto. Além disso o veículo foi usado pelo deputado Efraim Filho para buscar uma encomenda no aeroporto, a pedido do senador. Morais comprometeu-se a ressarcir os cofres públicos caso a prática seja considerada irregular pelo Legislativo (Correio Braziliense, 20.mai.2009a, 20.mai.2009b, 21.mai.2009).

Teria sido beneficiado por atos secretos editados pelo Senado entre 1995 e 2009

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