Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4
Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

ESTA É BOA. DIRETO DO BLOG DO REINALDO AZEVEDO - CHORE .... DE TANTO RIR!

Quando aponto a vigarice essencial do petismo, algumas pessoas acusam o meu “exagero”. Chego a achar divertido até. Vocês conhecem Antonio Mentor, não? É o deputado estadual e mensaleiro, processado pelo STF, que comanda a bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo. Trata-se de um conhecido Colosso de Rhodes moral!
Pois bem…  O Estado tem um piso salarial que está bem acima do mínimo decidido pelo governo federal. Projeto encaminhado pelo governador Geraldo Alckmin o fixa em três faixas: R$ 600, R$ 610 e R$ 620, de acordo com as várias profissões. Como o PT foi à guerra no Congresso para defender os R$ 545, seria de se esperar que apoiasse a proposta do governador, certo?
Errado!
“Oposição propositiva” é obrigação dos adversários do PT! O partido, com seus adversários, só conhece o confronto. Pois saibam: no estado, o partido apresentou uma emenda para elevar essas faixas, respectivamente, a R$ 660, R$ 720 e R$ 830. O partido de Dilma quer, em São Paulo, um mínimo até 52% maior do que o definido nacionalmente pelo… PT!
Voltarei depois a esse tema. Não é de hoje que essa turma age assim.  Atenção! É vigarice, sim! Mas também é um método. Fica para depois. Leiam reportagem do G1 com mais alguns detalhes. A argumentação de Mentor seria só estupidez se cinismo não fosse. Nota: a história de que existe mínimo de R$ 180 no Estado é um pouco mais do que uma mentira: é um delírio de gente perturbada.
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A bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo apresentou sete emendas ao projeto de lei 30/2011 do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que estabelece pisos salariais mensais de R$ 600, R$ 610 e R$ 620. As atuais faixas do piso paulista são R$ 560, R$ 570 e R$ 580. Os valores propostos para  as três faixas do piso paulista ficam acima do mínimo nacional de R$ 545, aprovado pelo Congresso Nacional. Uma das emendas propostas pelo PT paulista, no entanto, propõe que o valor atual do piso regional seja elevado ainda mais, para até R$ 830, segundo a justificativa, para adequar o piso regional, em termos proporcionais, ao PIB per capita estadual (riqueza produzida no estado dividida pelo número de habitantes).
O deputado Antônio Mentor, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa, afirma que não há nada de contraditório nem de retórico no fato de o PT, que combateu as propostas de mínimo nacional superiores a R$ 545, apresentar agora emendas para elevar o piso estadual. “Em primeiro lugar, o estabelecimento do piso nacional tem um impacto nas contas da Previdência Social e um impacto também nas contas da previdências municipais. Outra coisa é que existe uma diferença econômica entre o estado de São Paulo e outros estados da federação, que têm dificuldades econômicas muito maiores do que o estado de São Paulo”, afirmou.
Mentor também disse que o PT busca corrigir o piso salarial dos servidores do estado de São Paulo, que é, segundo ele, um verdeiro acinte aos trabalhadores. “Temos um piso salarial em São Paulo que chega ao cúmulo de R$ 180 por mês para o funcionalismo público. Fica muito confortável para o governador estabelecer um piso onde ele trata das categorias que não tem data-base e esquece que seus próprios servidores tem pisos salariais indignos.”
O líder da bancada do PSDB, Samuel Moreira, afirmou que nenhum funcionário público em São Paulo ganha menos do que o salário mínimo nacional. Ele afirmou que o PT deveria ter proposto o salário de R$ 830 para o país inteiro. O PT também propõe valores de R$ 660 e R$ 720 para a segunda e terceira faixas salariais, segundo a justificativa, para recompor perdas acumuladas nestas faixas desde 2007. Outra emenda estabelece que o reajuste, caso aprovado, passe a valer em 1º de fevereiro de 2011, e que em 2012 o aumento passe a valer em janeiro. O objetivo, segundo a justificativa, é unificar as datas de vigência entre o salário mínimo nacional e o piso regional, fazendo que os efeitos da lei sejam retroativos a janeiro.
O PT também quer incluir os servidores públicos estaduais entre os trabalhadores beneficiados com o piso de R$ 620, definindo esse valor como salário base dos mesmos servidores. Nesta mesma emenda, o partido propõe mudança no artigo 2º da lei 12.640/2007, estabelecendo que os pisos salariais não se aplicam aos trabalhadores que tenham pisos definidos em lei federal, convenção ou acordo coletivo. Em uma outra emenda, o PT estabelece que o piso salarial mensal passa a ser de R$ 620 para unificar as faixas de piso salarial, afastando distorções.
O PT também propõe que seja acrescentado ao texto um artigo que prevê estabelecimento de diretrizes para a política de valorização do salário mínimo entre 2012 e 2015, inclusive a serem aplicadas em 1º de janeiro de cada ano.

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