Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4

Supremo Condena quadrilha Petista mensaleira por 6 x 4
Estamos atualizando nosso cadastro de políticos que possuem sua fichinha mais suja que pau de galinheiro. Também disponibilizaremos a lista de quem falta mais às sessões e comissões, uso de verbas indenizatórias, doações e patrimônio dos políticos. Aguardem.

domingo, 3 de abril de 2011

TIRIRICA É CULTURA

O Brasil civilizado está muito preocupado com a presença do palhaço Tiririca, agora nobre palhaço, na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

Faz sentido. Tiririca não tem os pré-requisitos básicos para essa função legislativa.
Basta olhar para seus pares no Congresso. João Paulo Cunha, por exemplo, escolhido para presidir a Comissão de Constituição e Justiça, traz na bagagem a experiência de réu do mensalão. Essa palhaçada Tiririca nunca fez.
O presidente do Senado, figura máxima do Congresso Nacional, é José Sarney. Foi reeleito para o cargo depois de fazer tráfico de influência para seus parentes e amigos.
Sarney tramava nos bastidores com Agaciel Maia, ex-diretor do Senado que agora é presidente da Câmara Distrital em Brasília.
Como se vê, é um absurdo a participação de Tiririca numa comissão do Legislativo. Ele não tem a menor idéia de como se fazem essas piruetas de Sarney e Agaciel.
O líder do governo no Senado é Humberto Costa, que como ministro da Saúde usou a dengue para fazer campanha para o PT no Rio de Janeiro. Enquanto a máfia das ambulâncias sugava o seu ministério, ele estendia lonas no Centro do Rio para simular postos de emergência e implicar com a prefeitura adversária.
Sob essas lonas havia soldadinhos de chumbo do Exército, mas nenhum palhaço contratado. Os palhaços eram os cidadãos que faziam fila acreditando naquele circo.
Tiririca não tem um pingo desse know-how.
É compreensível que a opinião pública esclarecida aceite João Paulo, Sarney, Agaciel, Humberto Costa e grande elenco petista nos cargos cruciais do Congresso. No Executivo, o diretor da Caixa Econômica que violou o sigilo do caseiro e agora virou assessor de Dilma Rousseff também foi bem aceito pelo eleitorado.
O absurdo é Tiririca na Comissão de Educação e Cultura. Ele não tem a experiência requerida. 
Do blog do Guilherme fiuza

OHH!!!, O MENSALÃO EXISTIU!

Relatório da PF confirma mensalão no governo Lula

Por AE
Brasília - Relatório final da Polícia Federal confirma a existência do mensalão no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de seis anos de investigação, a PF concluiu que o Fundo Visanet, com participação do Banco do Brasil, foi uma das principais fontes de financiamento do esquema montado pelo publicitário Marcos Valério. Com 332 páginas, o documento da PF, divulgado pela revista "Época", joga por terra a pretensão do ex-presidente Lula de provar que o mensalão nunca existiu e que seria uma farsa montada pela oposição.
O relatório da PF demonstra que, dos cerca de R$ 350 milhões recebidos do governo Lula pelas empresas de Valério, os recursos que mais se destinaram aos pagamentos políticos tinham como origem o fundo Visanet. As investigações da PF confirmaram que o segurança Freud Godoy, que trabalhou com Lula nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002, recebeu R$ 98,5 mil do esquema do valerioduto, conforme revelou o Estado, em setembro de 2006. A novidade é que Freud contou à PF que se tratava de pagamento dos serviços de segurança prestados a Lula na campanha de 2002 e durante a transição para a Presidência - estabelecendo uma ligação próxima de Lula com o mensalão. No depoimento, Freud narrou que o dinheiro serviu para cobrir parte dos R$ 115 mil que lhe eram devidos pelo PT.
O relatório da PF apontou o envolvimento no esquema do mensalão, direta ou indiretamente, de políticos como o hoje ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, do PT. Rastreando as contas do valerioduto, os investigadores comprovaram que Rodrigo Barroso Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, recebeu um cheque de R$ 247 mil de uma das contas da SMP&B no Banco Rural. As investigações confirmaram também a participação de mais sete deputados federais, entre eles Jaqueline Roriz (PMN-DF), Lincoln Portela (PR- MG) e Benedita da Silva (PT-RJ), dois ex-senadores e o ex-ministro tucano Pimenta da Veiga.
Segundo a revista "Época", a PF também confirmou que o banqueiro Daniel Dantas tentou mesmo garantir o apoio do governo petista por intermédio de dinheiro enviado às empresas de Marcos Valério. Dantas teria recebido um pedido de ajuda financeira no valor de US$ 50 milhões depois de se reunir com o então ministro da Casa Civil José Dirceu. Pouco antes de o mensalão vir a público, uma das empresas controladas por Dantas fechou contratos com Valério, apenas para que houvesse um modo legal de depositar o dinheiro. De acordo com o relatório da PF, houve tempo suficiente para que R$ 3,6 milhões fossem repassados ao publicitário.
As investigações comprovaram ainda que foram fajutos os empréstimos que, segundo a defesa de Marcos Valério, explicariam a origem do dinheiro do mensalão. Esses papéis serviram somente para dar cobertura jurídica a uma intrincada operação de lavagem de dinheiro. De acordo com o relatório da PF, houve duas fontes de recursos para bancar o mensalão e as demais atividades criminosas de Marcos Valério. A principal, qualificada de "fonte primária", consistia em dinheiro público, proveniente dos contratos do publicitário com ministérios e estatais. O principal canal de desvio estava no Banco do Brasil, num fundo de publicidade chamado Visanet, destinado a ações de marketing do cartão da bandeira Visa. As agências de Marcos Valério produziam algumas ações publicitárias, mas a vasta maioria dos valores repassados pelo governo servira tão somente para abastecer o mensalão.
A segunda fonte de financiamento, chamada de "secundária", estipulava que Marcos Valério seria ressarcido pelos pagamentos aos políticos por meio de contratos de lobby com empresas dispostas a se aproximar da Presidência da República. Foi o caso do Banco Rural, que tentava obter favores do Banco Central e do banqueiro Daniel Dantas, que precisava do apoio dos fundos de pensão das estatais.

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